quarta-feira, 27 de março de 2013

Previsões... só no final do desafio

Há 9 anos atrás, houve quem dissesse: «com este tempinho, só pode ser uma boda MUUITO abençoada!».

Fui eu.
Sou muito boa a fazer previsões.


Também houve os que vos foram dizendo que iam acabar assim:

Não fui eu.
Eu sempre disse que iam acabar assim:
Sou muito boa a fazer previsões (se tudo o resto falhar, posso sempre ir substituir a substituta da Maia na SIC).

Feliz aniversário!
(P.S.: O piscopequeno diz que devíamos ter mais um filho, e chamá-lo... Clarinha)


segunda-feira, 25 de março de 2013

A importância de se fazer... dieta

Tenho de confessar: mais ou menos secretamente, ou seja, mais vezes ou menos vezes em voz alta, já disse: «Tenho de fazer dieta».
Digo isto com um profundo sentido de “pinoquice”.
Primeiro, porque ADORO comer. Logo, a única forma de eu fazer dieta é estar amarrada tipo Houdini, correntes e tudo. Com a chave a 3000km de distância. Depois, porque sou IMENSAMENTE preguiçosa. Foi para pessoas como eu que os tipos das televendas inventaram aparelhos para fazerem exercício por nós, ou os tipos das farmacêuticas (?) inventaram aquelas pílulas e xaropes que matam a fome e substituem um bife com ovo a cavalo, batatas e arroz.
Gosto mesmo de comer. E de comer muito. E, especialmente, de fazer misturas com três tipos de molho, de rapar o fundo da frigideira cheia de natas e de fazer almoços ou jantares compostos unicamente de MUITÍSSIMO esparguete!
Para mim, a dieta só resulta com um problema de saúde associado. Se não puder comer X alimento porque me faz ficar doente, é simples e fácil, não como. Agora, por uma questão de saúde em geral (e de ficar bem de biquíni em particular), é pá, isso já é mais… ah… impossível.
Mas, como a esperança é a última a morrer, hoje o Dr. Oz fez o meu dia, com este “bolo para ficar com a barriga lisa”,

e descobri um negocio que cairia como uma luva (se tivesse dinheiro para investir),

e um emprego nada mal jeitoso,

tudo à volta do mesmo tema: COMIDINHA!

Haja alguém que me compreenda!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Dia do Pai

 
Ainda não temos cá em casa, mas está na lista de compras (para ontem). Porquê?

1) Porque o Gui parece o piscopequeno e quero ver como é que o João Miguel Tavares consegue, que cá em casa é só um piolho mas os dois adultos andam sem ideias...
2) Por causa do João Fazenda (ai, que saudades de fazer livros assim...);
3) Porque já estou farta de textos de gente fofinha e "ai, amo-te tanto" – é que não há paciência!
4) Porque o piscogrande já me perguntou pela prenda do Dia do Pai.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Fatos (oi?!) da vida #1

«Saber o que se quer é meio caminho para se conseguir.»
© #piscogrande no estacionamento de uma loja IKEA

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia Mundial da Mulher (ou das Marias, como diz a Anita)

© Google

Hoje o meu filho chegou a casa com um poema sobre o Dia Mundial da Mulher. Deste que é o nosso primeiro DMdM passado em contexto escolar, retenho duas coisas:

1) Que ele já só ouve 10% do que lhe é dito, como qualquer homem em treinos («Então, o dia é porque houve umas senhoras e havia um ladrão e a fábrica pegou fogo e foram todas para as estrelinhas, não é?»)

2) Que algures entre 31 de Janeiro de 2012 (data em que deixei de rever livros) e o dia de hoje, a vírgula passou a estar autorizada a separar o sujeito do predicado. Várias vezes.

Feliz 8-3-2013!

quinta-feira, 7 de março de 2013

(Des)Esperança



Stephenie Meyer, dona de casa a tempo inteiro, tem um sonho e escreve a saga «Twilight».
E.L. James inspira-se no quarto de passar a ferro (com uma parede vermelha) e escreve a triologia «As Cinquenta Sombras de Grey».

Grandolar


na versão Broadway.

Férias

Sei que estou a precisar de arranjar um emprego quando queimo por duas vezes as torradas do mesmo lanche e sinto que é o ponto alto do meu dia.

terça-feira, 5 de março de 2013

Premissas

«A vida é como uma caixa de chocolates: nunca se sabe o que se vai encontrar», por Tom Hanks em Forrest Gump, 1994 (o filme),
VS

«Let me say this: being a idiot ain't no box of chocolates», por Forrest Gump, 1986, o personagem literário criado por Winston Groom (e que seria idealmente interpretado no cinema por John Goodman).

Faz-nos pensar naquela coisa das frases feitas que parecem tantas vezes reger a nossa vida... E nas premissas pelas quais, erradamente, vamos.