quinta-feira, 7 de novembro de 2013

JM dixit 10

«Ó mãe, sabes, é que eu não gosto de meninos que se portam assim... assim... mal!»

(Segue-se pausa dramática)
«Menos de mim. Eu gosto muito de mim.»


piscopequeno em "Recordação para lembrar quando eu entrar na adolescência e atazanar a cabeça à minha mãezinha"

terça-feira, 29 de outubro de 2013

JM dixit 9

«Mãe, já sei o que quero ser quando for grande.»
«E o que é?»
«Grua!»
(para ser alto, e forte, e porque existem em várias cores)


© John Abbott

terça-feira, 15 de outubro de 2013

JM dixit 8

«Mãe, gostava muito de voltar a ser bebé. Quando eu for para as estrelinhas, achas que posso voltar e ser outra vez pequenino?»
piscopequeno, a filosofar desde 2008

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Os irredutíveis gauleses

... já não existem.

Não lhes chegavam os outros sítios todos, aqueles onde, imagino eu, se possam passar coisas escabrosas, agora até nas bibliotecas!




Nas bibliotecas, senhores!

O Argueiro e a Trave #2

A propósito deste post (http://oarrumadinho.sapo.pt/285721.html) num outro blog, fiquei a matutar numa ideia. A matutar de forma tão intensa que fui buscar um outro frasco do champô (em vez de amaciador) e achei que o gel de banho relaxante do meu filho era óleo para o corpo (o meu ar, completamente estúpido, a pensar: «Então mas há algum problema com a água? A espuma não sai!»)
Adiante.
Fiquei a matutar numa ideia, dizia eu, que daria um óptimo filme ou série, ou coisa assim. 

Num mundo alternativo, todos nós pegaríamos em alguém, desses moços e moças que deixam comentários raivosos sobre como nos devemos vestir, comer e, de modo geral, comportar nesta vidinha, e púnhamos-los a resolver os nossos probleminhas. Eu, assim de repente, preciso de alguém que limpe, arrume e cozinhe (e passe a ferro) por mim, a custo zero. Ah!, e que vá buscar o puto à escola e lhe dê banho e jantar antes de eu chegar a casa (eu depois jogo com ele na Wii, prometo).

A seguir, se se portassem bem, eram promovidos a resolver os nossos problemas (aqueles que merecem o estatuto de problema), e, já agora, os do país e do mundo, que andam a precisar urgentemente de alguém que os endireite.

É que, claramente, tratarmos da nossa vida (o seu a seu dono) é uma péssima ideia. Tratarmos da vida dos outros é  que é!

O Argueiro e a Trave #1


Existem coisas assim, que me deixam de cara à banda.


Uma delas é o calibre dos comentários das notícias em jornais online.


Uma mulher nigeriana, filha adoptiva de uma alemã e de um nigeriano, descobre que é neta do Amon Goeth. Escreve um livro. Há logo gente (presume-se que informada ou, pelo menos, não "info" excluída), que lhe chama de p*** para baixo. Em Portugal.


E quando eu penso «Nã, isto é uma minoria!», deparo-me com comentários do género em relação a tudo: a apoiar o governo, a ser contra o governo, a apoiar o Jesus, a ser contra o Jesus, e até a salvar/linchar gatinhos fofinhos.


Torna-se um exercício muitíssimo educativo ler os comentários aos jornais online. Fico a saber imenso sobre o "germano" (não confundir com "género humano"). E penso que, de qualquer modo, emigrar, emigrar, só se for para Marte. De preferência, sem caixas de comentários por perto.

sábado, 28 de setembro de 2013

Hoje

Vai ser mais fácil.
Vou caber nesta nova pele, vou pensar: «Pateta, como pudeste...?»

Mas hoje ainda é

Dia de me sentir peixe fora da água
    Dia de me sentir pouco confortável
        Dia de não conhecer os cantos à casa.

Hoje ainda é

a primeira semana de aulas na nova escola.

Hoje ainda é assim.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Fim do flagelo - post 1

Constato que ir ao Facebook a horas decentes é coisa de #flagelo. 
Escrever postas também (embora o mundo se tenha alargado novamente).

Fora do #flagelo means back @ o maravilhoso da leitura profissional.


E agora deixo-vos, que

vou tomar um chuveiro
e já volto.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ahhh, a tecnologia (mais actualizada)

... e também resiste a uma queda dentro de uma sanita água, sem chatice de maior a não ser o facto de ter uma dona aselha que colocou o cartão ao contrário e se queixou de que era a única parte do dito que não funcionava.



Material de guerra, é o que é.

sábado, 14 de setembro de 2013

JM dixit 7

«Vocês andam a estragar a minha vida!»
piscopequeno em "Treinos para o Oscar: a prequela" ou "Como ter uma crise de adolescência aos 5 anos e meio"


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ahhh, a tecnologia

O meu telemóvel não é um smartphone, mas é um phone buéda esperto.
Hoje, passados trinta segundos de uma conversa de vendedor, desliga a chamada sozinho, poupando-me a esse trabalho.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

JM dixit 6 "brincalhando"

«Mãe, o que é que um boneco de neve (mas não é a sério, é dos de peluche) diz para outro boneco de neve (a sério, mesmo a sério) quando ele cai... não, escorrega na areia?»
«Na areia? Não sei, o que é?» 
(Eu, a achar estranho e à espera de algo igualmente bizarro e fora de contexto.)
«Olha, já caíste!"
E depois ri que nem um perdido.



ελπίς ou Da esperança

Dou por mim muitas vezes a voltar o pensamento para a caixa de Pandora, a tal onde os deuses do Olimpo teriam guardado todos os males do mundo, soltos pela curiosidade de uma "bonequinha" (descrição adequada de Tereza Buongiorno em Olimpo, Diário de Uma Deusa Adolescente, da Terramar) cabeça-de-vento para assombrarem o destino dos homens.
E porquê?
Precisamente devido àquilo que não escapou, a esperança.
Normalmente, encara-se a esperança neste mito como o conforto, o bem que fica depois que tudo o que é mau se solta e patati-patatá (que, para os mais novos, é a versão .0 do blá, blá, blá, wiskas saquetas)

Não é nada disso.

A esperança é mesmo o MAL mais pesado do mundo, que nos faz andar com o coração aos saltos, em anseios medonhos, a ver luzinhas ao fundo de túneis emparedados, desinquietando a mente que já espera ansiosa por um resultado positivo, um adiamento, um salvamento in extremis. Ou, como diria a condessa-viúva de Grantham, «uma provocação, que não nos permite aceitar a realidade».

Um mal, no matter how much you sugarcoat it, só se torna um bem quando é vencido.

A doença vira um bem quando é vencida, e se transforma em saúde.
A fome vira um bem quando é vencida, e se transforma em abundância.
A esperança, como mal que é, vira um bem quando é vencida, e se transforma em certeza.

Como me aconteceu hoje.

domingo, 1 de setembro de 2013

terça-feira, 13 de agosto de 2013

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

JM dixit 5

«Pai, tu não és fofinho. Tu estás maduro.» (e por isso é que me atiro para cima de ti.)



JM dixit 4

«Mãe, às vezes temos borbulhas aqui (e aponta para o queixo), e dores aqui (e aponta para a bochecha) e pensamentos maus aqui (e aponta para a testa), não é?»



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

terça-feira, 30 de julho de 2013

JM dixit 3

[Enquadramento: hora do banho; a falar do Porco Fino e a intercalar com o final da canção do Jake e os Piratas da Terra do Nunca]

#contafios: Aposto que não estavas à espera disto. Eu sou muito boa!
#piscopequeno: Não és nada!
#contafios: Olha que simpático...
#piscopequeno: Estava a brincar!
#contafios: Pois, pois...
#piscopequeno: Nãoooo... Tu és uma linda mãe, nada falhada...
#contafios: Olha que simpático, hã!
#piscopequeno: Aposto que não estavas à espera disto.

domingo, 14 de julho de 2013

Don't stop believing - Cory Monteith (1982-2013)


Eu, gleek, me confesso.

Sou uma fã de Glee desde que a série estreou, vai para três anos. Primeiro, porque os musicais são, do meu ponto de vista, o teatro completo: canto, dança, representação, tudo embalado no mesmo presente.
Depois, porque Glee acabou por alargar a minha parca cultura musical (sou mais uma rapariga de livros e filmes que de música).
Finalmente, porque admiro todo e qualquer pedaço da vida sobre a Terra que possua a extraordinária capacidade de se rir de si própria, sem que isso revele baixa auto-estima, mas antes uma forma libertadora e verdadeira de humildade.

O dia de hoje é excepcionalmente triste, porque morreu alguém da família Glee. Cory Monteith, que espelhou a humildade de que falo atrás no seu Finn Hudson e na sua vida pública, faleceu ontem num quarto de hotel em Vancouver. Ainda não se conhecem pormenores, mas a especulação cresce já muito. No meio de todos os rumores, a verdade: ninguém deve morrer tão novo, seja por que razão for, e tão só.

Por mim, esta é a forma como sempre vou recordar Cory:


So, to all of you out there, all the outcasts, those in pain and suffering:


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Momento Frase do Dia @ World of Programming

«Lili Caneças podia ser programadora»

(aparentemente porque «estar vivo é o contrário de estar morto» é uma frase de grande sabedoria binária)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Momento Frase do Dia @ World of Excel

«Daqui a 3, 4 anos, o Facebook vai estar morto»

(E depois como é que nós trabalhamos nos intervalos do entretenimento?)

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Ironia suprema

Dei-me agora conta de que não escrevo no blog há quase dois meses (mais ou menos o tempo em que ando a lavar louça à mão... GRRRR!)
É a suprema ironia: que alguém que se mudou das letras para o computador não tenha tempo para vir... à web... escrever.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Primeiro arranjo – check!

A #manadomeucoração telefona aflita: «Preciso da tua ajuda! A minha filha virou o ecrã do computador ao contrário [o ecrã estava invertido] e nem eu nem o #tiocado sabemos como pô-lo direito!»

Segundos depois...
 ...
«Experimenta CTRL + ALT + SETA UP»

E não é que resultou?!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Nada mais adequado #2

A partir de segunda-feira, vida nova!
(só é pena não ser trabalho novo, mas estamos na fase «1 passo de cada vez»)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

CABUMMMMM!

Pois, foi exactamente este o toque de despertar da madrugada de dia 8. Por volta das 4 da manhã, a EDP cá do sítio achou por bem comemorar o Ano Novo chinês, ou coisa que o valha, e a festarola foi de tal forma que os fios dos cabos ficaram todos derretidos. O resultado? Gente que ficou sem a cozinha, televisores e máquinas de café a arder, e assim uma espécie de luzinhas de Natal a percorrer as paredes, as casas, o bairro inteiro...
Cá por casa, andamos desde essa altura a dar banho ao "canina" na casa da tia, a tomar banhos de água fria e a aquecer água na cafeteira eléctrica para lavar a louça (e isto é o pior, o resto dá para gerir).
As noites têm sido assim:

 

Pelo menos, hoje já tenho TV e Net (liguei-me ao mundo a tempo de saber do "embargo" do nosso Ministro das Finanças, desliguei-me logo a seguir).

Agora, serão 2 a 3 semanas à espera do seguro (com caixa baixa, não é piada nem erro tipográfico).

Para (não) variar (nem) um bocadinho, vou continuar a dar uma de fifties housewife,
 já, já a seguir.

Futuro, volta que estás perdoado!!!

Momento SÓCRATES, RELVAS & Co.

Só hoje, a um ano de fazer vinte que entrei na faculdade, é que descobri que poderia ter feito a admissão até com o 8.º ano – pelos vistos, uma portuguesa, nascida e criada sempre em Portugal, pode ter certificado de conclusão da faculdade sem ter completado o 12.º ano.
Dava-me jeito ter sabido disto mais cedo...
  

Nada mais adequado



AKA, «Do curso de História ao curso de Técnica de Informática - Sistemas». Só espero que não seja mais uma volta de 360º, a acabar novamente no #flagelo.
A ver vamos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Previsões... só no final do desafio

Há 9 anos atrás, houve quem dissesse: «com este tempinho, só pode ser uma boda MUUITO abençoada!».

Fui eu.
Sou muito boa a fazer previsões.


Também houve os que vos foram dizendo que iam acabar assim:

Não fui eu.
Eu sempre disse que iam acabar assim:
Sou muito boa a fazer previsões (se tudo o resto falhar, posso sempre ir substituir a substituta da Maia na SIC).

Feliz aniversário!
(P.S.: O piscopequeno diz que devíamos ter mais um filho, e chamá-lo... Clarinha)


segunda-feira, 25 de março de 2013

A importância de se fazer... dieta

Tenho de confessar: mais ou menos secretamente, ou seja, mais vezes ou menos vezes em voz alta, já disse: «Tenho de fazer dieta».
Digo isto com um profundo sentido de “pinoquice”.
Primeiro, porque ADORO comer. Logo, a única forma de eu fazer dieta é estar amarrada tipo Houdini, correntes e tudo. Com a chave a 3000km de distância. Depois, porque sou IMENSAMENTE preguiçosa. Foi para pessoas como eu que os tipos das televendas inventaram aparelhos para fazerem exercício por nós, ou os tipos das farmacêuticas (?) inventaram aquelas pílulas e xaropes que matam a fome e substituem um bife com ovo a cavalo, batatas e arroz.
Gosto mesmo de comer. E de comer muito. E, especialmente, de fazer misturas com três tipos de molho, de rapar o fundo da frigideira cheia de natas e de fazer almoços ou jantares compostos unicamente de MUITÍSSIMO esparguete!
Para mim, a dieta só resulta com um problema de saúde associado. Se não puder comer X alimento porque me faz ficar doente, é simples e fácil, não como. Agora, por uma questão de saúde em geral (e de ficar bem de biquíni em particular), é pá, isso já é mais… ah… impossível.
Mas, como a esperança é a última a morrer, hoje o Dr. Oz fez o meu dia, com este “bolo para ficar com a barriga lisa”,

e descobri um negocio que cairia como uma luva (se tivesse dinheiro para investir),

e um emprego nada mal jeitoso,

tudo à volta do mesmo tema: COMIDINHA!

Haja alguém que me compreenda!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Dia do Pai

 
Ainda não temos cá em casa, mas está na lista de compras (para ontem). Porquê?

1) Porque o Gui parece o piscopequeno e quero ver como é que o João Miguel Tavares consegue, que cá em casa é só um piolho mas os dois adultos andam sem ideias...
2) Por causa do João Fazenda (ai, que saudades de fazer livros assim...);
3) Porque já estou farta de textos de gente fofinha e "ai, amo-te tanto" – é que não há paciência!
4) Porque o piscogrande já me perguntou pela prenda do Dia do Pai.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Fatos (oi?!) da vida #1

«Saber o que se quer é meio caminho para se conseguir.»
© #piscogrande no estacionamento de uma loja IKEA

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia Mundial da Mulher (ou das Marias, como diz a Anita)

© Google

Hoje o meu filho chegou a casa com um poema sobre o Dia Mundial da Mulher. Deste que é o nosso primeiro DMdM passado em contexto escolar, retenho duas coisas:

1) Que ele já só ouve 10% do que lhe é dito, como qualquer homem em treinos («Então, o dia é porque houve umas senhoras e havia um ladrão e a fábrica pegou fogo e foram todas para as estrelinhas, não é?»)

2) Que algures entre 31 de Janeiro de 2012 (data em que deixei de rever livros) e o dia de hoje, a vírgula passou a estar autorizada a separar o sujeito do predicado. Várias vezes.

Feliz 8-3-2013!

quinta-feira, 7 de março de 2013

(Des)Esperança



Stephenie Meyer, dona de casa a tempo inteiro, tem um sonho e escreve a saga «Twilight».
E.L. James inspira-se no quarto de passar a ferro (com uma parede vermelha) e escreve a triologia «As Cinquenta Sombras de Grey».

Grandolar


na versão Broadway.

Férias

Sei que estou a precisar de arranjar um emprego quando queimo por duas vezes as torradas do mesmo lanche e sinto que é o ponto alto do meu dia.

terça-feira, 5 de março de 2013

Premissas

«A vida é como uma caixa de chocolates: nunca se sabe o que se vai encontrar», por Tom Hanks em Forrest Gump, 1994 (o filme),
VS

«Let me say this: being a idiot ain't no box of chocolates», por Forrest Gump, 1986, o personagem literário criado por Winston Groom (e que seria idealmente interpretado no cinema por John Goodman).

Faz-nos pensar naquela coisa das frases feitas que parecem tantas vezes reger a nossa vida... E nas premissas pelas quais, erradamente, vamos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

HQMC...



... ou, como ficou conhecida cá em casa, «sexta-feira passada».

JM dixit 2

#piscogrande«A tua perna é só... músculo»
#piscopequeno«Não, também é osso»

Da série «O magricelas com -5 de Percentil e que só muito recentemente (aos 4 anos e 9 meses) chegou aos 12 quilos».

JM dixit

«Olha, a televisão ligou-se sozinha.»
, isto depois de ter adequadamente carregado no botão do on, e sorrido de forma malandra, como que a dizer: «Sou esperto, não sou?»

 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Há dias MAIS felizes!

Há dias que começam cinzentos, tristonhos, com cara de caso.
E depois, assim devagarinho, o céu vai sorrindo, as nuvens afastam-se e tudo à nossa volta fica azul.

E rumamos em direcção à praia, aproveitando a única coisa boa do desemprego: não precisar de dar explicações ao chefe se nos apetecer ir apanhar sol na moleirinha! 

Mais uma peladinha para animar... 
e um geladeco (que um dia não são dias!) para a felicidade ser completa. 

Ficou a faltar o pôr-do sol decente, que o Cabo da Roca estava com os azeites.

No regresso, o #piscopequeno estava com soluços e o #piscogrande indisposto. A minha #susu com febre e a #manadomeucoração passada de sono e de ver a filha doente.
Eu estava radiante – realmente, a felicidade é tipo Melhoral ou capa de super-herói!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

WTF é um conta-fios?

Conta-fios Pequena lupa de grande aumento, desdobrável, montada sobre uma peça dobradiça, bastante usada na indústria têxtil para observar os fios de um tecido e em tipografia para verificar detalhes de impressão.
ou
Espécie de lupa que se destina a determinar a frequência e a qualidade do ponto em imagens tramadas.
ou
Uma lente de aumento, serve para examinar a qualidade dos pontos meio-tom.

Só para o caso de alguém se estar a interrogar.
(pausa para riso histérico e solitário)
...

Ao vivo e a cores, um conta-fios é um aparelhinho assim:

Pomos em cima da imagem impressa num livro e, láestá, conseguimos perceber, por exemplo, quantas cores tem na realidade e a qualidade da impressão (suponho que seja semelhante na indústria têxtil). Pode significar um fanico de um designer ou de um ilustrador. Pode significar uma edição mandada para o lixo (e respectivo prejuízo).

Aqui, é apenas uma forma de ver à lupa tudo aquilo que se me atravessa à frente: a lupa é bastante falível e o mundo que observa está cada vez mais estreitinho, mas a ideia é essa.

E se alguém
(pausa para mais riso histérico e solitário)
tiver algo a obstar, ou a propor, esteja à vontade! Táscomoemcasa, desde que venhas por bem.

Tende uma boa noite!

Forever Young

Não é a típica fotografia de aniversário, mas tem a sua piada: a minha sobrinha mais nova, em versão afegã! (e a razão do primeiro atraso nas "postas")

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Sede bem aparecidos

Boa tarde!

A todos os que me lêem (ou que irão ler num futuro, aspetoeu, não muito distante...), sejam bem-vindos! Este é apenas mais um dos milhentos blogs que por aí populam, nem primará pela originalidade, mas é meu!!! Iupii!!!

Passo a apresentar-me: sempre gostei de ler. Sempre. Desde que me lembro, os livros estiveram sempre lá, com todas as palavras certas para tudo o que me apoquentava, com todas as palavras erradas a evitar, com todas as soluções e com todo o conhecimento.
Há pessoas que sempre souberam o que queriam ser «quando fossem grandes». Eu só queria ler. E sabia que não é bom misturar negócios e prazer. Por isso, na hora de escolher o que fazer da vidinha, não escolhi literatura – optei por outra coisa (além do mais, sou naba porque não sabia que ler podia ser uma profissão). E fui lendo nos intervalos. Mais tarde, os livros acabaram por me escolher.

Sou uma pessoa desnorteada. Bem, sou orientada, naquelas coisas do dinheiro e afins e tento não dar passos maiores que a perna. Dizem que é o meu lado caranguejo atualizado em 2014 para leão. Mas sou totalmente desnorteada com grandes rumos a dar à vida, porque a minha tem tendência para voltas de 360º que me deixam "revolteada" e baralhada e voltada do avesso mas, obviamente, no mesmo local onde comecei. É o meu lado sagitário, dizem também. Os que gostam mais de mim, no entanto, dizem que eu tenho formas esquisitas de fazer e ver as coisas. E nunca sabem muito bem para que lado me vai soprar o vento.

Gosto de reduzir tudo a expressões simples — 1+1 será sempre =2 na minha mente. Dar exemplos que toda a gente compreenda. Explicar como se o interlecutor tivesse 5 anos: ter um filho como o meu, que gosta de complicar as palavras, as frases e os raciocínios, dificultou-me a tarefa.

Gostava genuinamente do meu trabalho. O blog surgiu depois de estar desempregada. MAIS de um ano depois de estar desempregada! Não comecei a escrever antes porque 1) não sabia se tinha jeito (e comentários positivos do marido e da irmã e do gato da vizinha não contam!), 2) sou preguiçosa para a escrita (contrariamente ao que acontece com a leitura), e 3) por estar à espera de um dia especial. Entretanto, os meses foram passando e fiquei farta de falar com a parede (são paredes giras, de cores diferentes, mas...). Assim sendo, num one not so very special day, sentei-me ao computador, e decidi começar a escrever. Sem rumo, por enquanto...

Espero que gostem.